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18ª FITA anuncia programação e homenagens para Arlete Salles e Fulvio Stefanini

Foto do escritor: Estandarte Angrense
Estandarte Angrense
11 de set.
3 min de leitura
Entre os artistas que vão passar por Angra, estão Arlete Salles, Julia Lemmertz, Fúlvio Stefanini, Renato Borghi, Soraya Ravenle, Diogo Vilella, Elias Andreato, Debora Lamm, Rodrigo Fagundes, Caio Manhete
Entre os artistas que vão passar por Angra, estão Arlete Salles, Julia Lemmertz, Fúlvio Stefanini, Renato Borghi, Soraya Ravenle, Diogo Vilella, Elias Andreato, Debora Lamm, Rodrigo Fagundes, Caio Manhete

Angra dos Reis volta a se transformar na Cidade do Teatro em outubro. Um dos mais tradicionais e longevos festivais de artes cênicas do país, a FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) anunciou a programação de sua 18ª edição, que acontece entre os dias 7 e 24 de outubro, com mais de 20 espetáculos e artistas de diferentes gerações da cena brasileira. Mais uma vez, uma grande tenda será armada no local com capacidade para receber os mais diversos espetáculos.


Idealizada e dirigida por João Carlos Rabello, a FITA chega à maioridade com a marca de mais de um milhão de espectadores ao longo de sua história. Em 2027, a programação volta a combinar grandes produções nacionais, musicais, comédias, dramas e sucessos recentes dos palcos, além de trabalhos produzidos em Angra dos Reis.


Em 2027, o festival terá dois grandes homenageados: Arlete Salles e Fúlvio Stefanini, que, aos 88 e 86 anos, respectivamente, seguem em plena atividade nos palcos.


Os dois atores estarão em Angra para receber a homenagem e também para apresentar seus mais recentes sucessos: Arlete apresenta o primeiro monólogo da extensa carreira: ‘Mande Notícias do Mundo de Lá’, escrito e dirigido pelo jornalista e escritor Carlos Jardim, já Fúlvio Stefanini chega à FITA com ‘O Pai’, trabalho que lhe rendeu os prêmios Shell e Bibi Ferreira.


A música brasileira ocupa espaço importante nesta edição. A programação da Tenda começa no dia 7 com ‘Gonzaguinha É’, novo musical da Barca dos Corações Partidos dedicado à vida e à obra de Gonzaguinha. Outro destaque é ‘Minha Estrela Dalva’, musical com Renato Borghi e Soraya Ravenle, que chega a Angra depois de temporadas com lotação esgotada em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ainda no campo da MPB, Diogo Vilella apresentará ‘Cauby – Uma Paixão’ em que revive o mito Cauby Peixoto.


Entre as montagens que também desembarcam no festival, estão ‘Alta Sociedade’, com Julia Lemmertz e Orã Figueiredo, e ‘A Pediatra’, com Débora Lamm.


Espetáculos que vem levando público ao teatro há algum tempo também estarão na programação, como o sucesso ‘A Vida Passou por Aqui’, com Claudia Mauro, e ‘O Formigueiro’, com Rodrigo Fagundes e Lucas Drummond.


A presença de espetáculos produzidos em Angra dos Reis completa a programação e reafirma uma característica histórica do evento: aproximar a produção artística local de companhias, espetáculos e nomes de projeção nacional.


A Fita é apresentada pela Prefeitura de Angra, com patrocínio da Enel, através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.


Angra, Cidade do Teatro

Ao longo de sua trajetória, a FITA se consolidou como um dos principais eventos de artes cênicas do país e como parte do calendário cultural de Angra dos Reis. Patrimônio imaterial da cidade, o festival já levou mais de um milhão de pessoas ao teatro e recebeu, ao longo de suas edições, nomes de diferentes gerações da dramaturgia brasileira.


Durante o evento acontece também o Prêmio FITA, no qual um júri formado por especialistas das artes cênicas avalia os espetáculos apresentados e escolhe os destaques em diferentes categorias. O público também participa por meio do júri popular.


Em sua 18ª edição, a FITA reafirma a proposta que acompanha o festival desde sua criação: transformar Angra dos Reis em um grande ponto de encontro entre artistas, companhias e público e ampliar o acesso à produção teatral brasileira.


Ao chegar à maioridade, o festival celebra sua história olhando para diferentes gerações do teatro brasileiro. A homenagem a Arlete Salles e Fúlvio Stefanini reforça esse compromisso com a memória de dois artistas que atravessaram décadas da dramaturgia nacional e permanecem no palco, enquanto a programação reúne trabalhos e criadores que ajudam a desenhar a cena teatral do presente.

 

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