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Angra promove inclusão e cidadania ao garantir documentação para pessoas trans

Foto do escritor: Estandarte Angrense
Estandarte Angrense
18 de set. de 2025
2 min de leitura
Em parceria com o Governo do Estado, quatro angrenses deram entrada na retificação de nome e gênero por meio do programa Justiça Itinerante
Em parceria com o Governo do Estado, quatro angrenses deram entrada na retificação de nome e gênero por meio do programa Justiça Itinerante

A Prefeitura de Angra dos Reis, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Promoção da Cidadania, via Secretaria Executiva de Inclusão Social e Diversidade, deu mais um passo importante na promoção dos direitos humanos e na valorização da diversidade. Na quarta-feira, dia 17, o município viabilizou a ida de quatro pessoas trans – Bianca Figueiredo, Patrick de Havena, Maya Souza e Emanuelly Souza – à cidade do Rio de Janeiro para dar entrada na retificação de seus nomes e gêneros.

 

A ação foi realizada em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio do programa Justiça Itinerante, que facilita o acesso a serviços jurídicos essenciais para a população.

 

Para a secretária de Desenvolvimento Social e Promoção da Cidadania, Thaísa Bedê, a iniciativa reforça o compromisso de Angra com a garantia da cidadania e o respeito à diversidade.

 

— Estamos trabalhando para que Angra seja uma cidade cada vez mais inclusiva e acolhedora – ressaltou Thaísa.

 

O coordenador de Políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão, Nathan Reis, que acompanhou todo o processo ao lado de Sophie Domingues, também integrante da pasta, destacou o impacto social da medida.

 

— Para essas pessoas, ter um documento que corresponda à sua identidade é um marco de dignidade e pertencimento. Essa parceria com o Justiça Itinerante mostra que, quando o poder público atua de forma conjunta, a vida das pessoas realmente muda para melhor – afirmou.

 

Uma das contempladas, Bianca Figueiredo, falou emocionada sobre o significado desse momento.

 

– Hoje é um dia histórico para mim. Ter meu nome e meu gênero reconhecidos oficialmente é mais do que um direito, é a realização de um sonho. Agora eu posso mostrar meu documento e dizer, essa sou eu – celebrou.


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