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Glauter Barros: um artista em constante aprendizado

Foto do escritor: Estandarte Angrense
Estandarte Angrense
22 de set. de 2025
2 min de leitura
Mágico, palhaço e contador de histórias, ele segue reinventando sua arte e inspirando novas gerações
Mágico, palhaço e contador de histórias, ele segue reinventando sua arte e inspirando novas gerações

No último dia 16 de setembro, o multiartista Glauter Barros deu mais um passo em sua jornada de crescimento pessoal e profissional. Ele participou da conferência “A Verdadeira Mágica é Criar”, promovida pelo Círculo Brasileiro de Ilusionismo (CBI) – a entidade mágica mais antiga do Brasil – em parceria com a Associação de Mágicos do Rio de Janeiro (AMARJ).

 

O encontro, realizado na Cidade Maravilhosa, trouxe como destaque o mágico e palestrante mineiro Roni Rodan. Com seu humor afiado e abordagem criativa, Rodan encantou os participantes ao compartilhar experiências, técnicas e reflexões sobre a arte de iludir com graça, inteligência e bom humor.

 

Para Glauter, eventos como esse são parte fundamental de sua trajetória artística. O fascínio pela mágica, conta ele, começou ainda na infância.

 

- Eu me apaixonei pela arte mágica quando vi pela primeira vez, acho que tinha uns 7 ou 8 anos, a apresentação de um profissional ao vivo, bem de pertinho. O Iate Clube Aquidabã promovia o ‘Festival do Refrigerante’ e, num desses anos, trouxe o Palhaço Carequinha com sua trupe. O mágico era o Mickey Baby – lembra o artista.

 

Essa lembrança de menino se transformou em inspiração duradoura. Desde então, Glauter passou a incluir números de mágica em suas apresentações – seja no papel do divertido Palhaço Picolé, seja como contador de histórias.

O reencontro com esse passado aconteceu em 1998, quando o Grupo Pé-de-Moleque, do qual Glauter foi fundador, completou 10 anos.

 

Para celebrar a data, o grupo trouxe para Angra o “Circo Alegre do Carequinha”. Na ocasião, Glauter teve a chance de contar pessoalmente ao mágico Mickey Baby o quanto aquele momento de sua infância foi decisivo para que ele se apaixonasse pela arte mágica.

 

Com brilho nos olhos, ele resume sua visão sobre a jornada.

 

- Na arte mágica, é preciso sonhar o impossível, imaginar o invisível e acreditar no extraordinário para que o ilusionismo se torne realidade. Cada curso, oficina, conferência ou workshop sempre mostra que o aprendizado é uma nova chave que me permite atravessar as portas da imaginação. Por isso sigo aprimorando minha arte, passo a passo, com o coração aberto para o novo – finaliza.

 


 
 
 

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