Ki Merda é Essa?! desfila no sábado de Carnaval e promete mais uma noite histórica no Centro de Angra
- Estandarte Angrense

- 9 de fev.
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Está tudo pronto para mais um desfile do Bloco Ki Merda é Essa?!, um dos mais tradicionais e irreverentes do Carnaval de Angra dos Reis. A agremiação entra na avenida no sábado de Carnaval, dia 14, a partir das 22h, com concentração no final da Rua Dr. Moacyr de Paula Lobo, a conhecida Rua das Palmeiras, ponto histórico da folia angrense.
Com 32 anos de história, o Ki Merda é Essa?! promete arrastar uma multidão pelo Centro da cidade, levando irreverência, samba no pé e muita identidade cultural. No carnaval 2026, o bloco apresenta como enredo a Festa do Divino Espírito Santo de Angra dos Reis, uma das manifestações religiosas e culturais mais tradicionais do município.
A bateria, formada por cerca de 40 ritmistas, vem sob o comando do mestre Bryan Mello, garantindo o ritmo e a cadência que já são marcas registradas da agremiação. À frente do bloco, a presidente Camila Veríssimo, que está há dois anos no comando, celebra o momento e a expectativa para o desfile.
“O Ki Merda é Essa?! vem com muita energia, respeito à tradição e um desfile pensado com carinho para o povo de Angra”, destaca.
As rainhas de bateria são Gabi Araújo e Jéssica Lins (eleita a rainha LGBTQIA+ do carnaval angrense), enquanto os intérpretes Wellington Coração e Amanda dão voz ao samba que embala o desfile.
Como manda a tradição, a concentração acontece nas proximidades do bar do saudoso Tinho, hoje administrado por seu filho Matheus, próximo às subidas dos morros do Santo Antônio e da Caixa D’Água.
Após o desfile, os foliões ainda poderão aproveitar a já consagrada dobradinha, que estende a festa pela madrugada.
Fundado em 1994, no bairro Retiro, o bloco surgiu de forma espontânea, quando amigos se reuniram tocando panelas e instrumentos improvisados. A irreverência chamou atenção do público, que perguntava: “Que merda é essa?” — frase que acabou batizando a agremiação. No ano seguinte, sob a liderança de José Veríssimo, primeiro presidente do bloco, o desfile foi levado para o Centro, onde se consolidou definitivamente como um dos símbolos do Carnaval angrense.





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